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27/07/2007

O que você perguntaria a Waldir Pires?

O ex-ministro da Defesa, Waldir Pires, prometeu conceder uma entrevista por telefone ao UOL News logo mais, às 17h. Pires foi demitido nesta semana e deu lugar a Nelson Jobim no ministério que comanda Exército, Marinha e Aeronáutica. Ele havia assumido a Defesa em abril do ano passado, tendo atravessado toda a crise aérea dos últimos dez meses. O que você gostaria de perguntar ao ex-ministro? Envie suas sugestões de perguntas a este blog. Escolheremos algumas questões dos internautas para a entrevista.

Antes de ser ministro da Defesa, Pires ocupou a Controladoria Geral da União, criada no primeiro mandato do presidente Lula como uma espécie de "Ministério do Combate à Corrupção". Waldir Pires nasceu em outubro de 1926 na Bahia. Começou sua carreira no PTB, passou pelo PSD e PMDB, chegou a ser um nome forte do PDT e acabou no PT. Formado em direito, ele foi governador da Bahia, deputado federal e ministro da Previdência Social (no governo de José Sarney). Fez oposição à ditadura militar e teve seus direitos políticos suspensos. Exilou-se no Uruguai e na França, voltando ao Brasil em 1970.

Escrito por UOL News às 14h33

A transparência da Anac

Sem poder legal para afastá-los, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer que os cinco diretores da Anac, donos de mandatos fixos, peçam demissão, diz reportagem da agência Estado.

 

O UOL News vem há semanas tentando marcar uma entrevista com algum diretor da Anac para falar sobre a crise aérea e o papel da Agência Nacional de Aviação Civil. Queremos saber qual a autoavaliação que a instituição faz de suas funções, bem como esclarecer as medidas práticas que estão sendo tomadas com relação aos transtornos que atrasos nos aeroportos e vôos perdidos têm causado a tantos passageiros no Brasil nos últimos 10 meses.

 

A "missão" da Anac, informa o próprio site da agência, é "regular e fiscalizar as atividades de aviação civil, bem como adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público". Além disso, "incentivar e desenvolver a aviação civil, a infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária do país". Só para enfatizar: adotar medidas necessárias para o atendimento do interesse público faz parte da missão da Anac.

 

Na última segunda-feira, o UOL News entrevistou o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira. Durante a entrevista, perguntamos: "Desde o começo da crise, as pessoas que têm seus vôos cancelados têm reclamado da falta de assistência por parte da das companhias aéreas. O que o senhor recomenda a esses passageiros?" José Carlos Pereira respondeu: "Reclamações à Anac a ao Procon (serviço de proteção ao consumidor), são os caminhos mais seguros. Não há outra alternativa." Pereira, que admitiu haver excesso de vôos no aeroporto de Congonhas, disse também que essa grande concentração foi uma "imposição do mercado".

 

O UOL News permanece tentando falar com Zuanazzi e com os outros quatro diretores (Denise Maria Ayres de Abreu, Leur Antônio Britto Lomanto, Jorge Luiz Brito Velozo e Josef Barat).

 

Ouvidoria diz que "mesmo independente" acata decisões da diretoria da Anac 

 

A Anac possui uma ouvidoria. Alayde Avelar Freire Sant'Anna é a ouvidora. "Cabe à Ouvidoria implantar ações e mecanismos que incentivem o exercício da cidadania e possibilite ao administrador público a capacidade de análise e alteração de procedimentos", diz o site. E prossegue: "A Ouvidoria é um sistema de atendimento que não se limita à recepção de reivindicações e denúncias, ela participa de todo o processo de implantação de políticas públicas, estabelecendo parâmetros com diretrizes gerenciais que balizarão a Administração Pública nas suas relações com o público. Cabe à Ouvidoria implantar ações e mecanismos que incentivem o exercício da cidadania e possibilite ao administrador público a capacidade de análise e alteração de procedimentos. A ouvidoria é mais que um simples escritório do ouvidor, é também a instituição, órgão, unidade administrativa ou serviço que recebe, registra, conduz internamente e responde os pedidos de informação, solicitações, reclamações, sugestões, elogios e denúncias, no âmbito das organizações, com o intuito de aprimorar ou corrigir os serviços prestados. A Ouvidoria visa estabelecer um relacionamento direto, a - burocrático, entre o cidadão e o ente público, propiciando a identificação de necessidades, distorções, erros e ilegalidades na administração." Para "relação com o usuário", a Ouvidoria da Anac tem no site um formulário para envio de e-mails.

 

O UOL News pretende falar com a ouvidora para saber que avaliação ela faz da Anac, e também mostrar como tem sido o trabalho da ouvidoria durante todos esses meses de crise aérea. Ao tentar marcar uma entrevista com a ouvidora, a produção do UOL News foi avisada que ela não concede entrevistas em nome da Anac.
Dissemos que não queríamos entrevistá-la em nome da Anac, mas em nome da Ouvidoria da Anac. Em vão, ela não fala com jornalistas.

 

A assessoria de imprensa da ouvidoria alegou que, mesmo com o departamento sendo "independente" da diretoria da Anac, eles resolveram acatar a decisão da diretoria: "só fala com a imprensa em nome da Anac o presidente Milton Zuanazzi". Alega ainda a assessoria que essa decisão de acatar a decisão da diretoria deve-se ao fato de que "a ouvidoria está dentro do orçamento da agência". Informou ainda que se o UOL News precisar fazer uma reportagem sobre o papel da ouvidoria frente à crise aérea, deveríamos procurar no site da Anac o link "Ouvidoria" e clicar na "Nota Técnica 2" (atenção: é um arquivo no formato PDF), pois aí estariam "todas as sugestões que a ouvidoria oferece para melhorar as condições dos usuários dos serviços aéreos no Brasil". 


Anac também possui uma corregedoria. O corregedor é Rubens Vieira. Segundo o site, cabe à corregedoria "assegurar o cumprimento das normas e procedimentos, no âmbito do Órgão Regulador, atuando na prevenção e correição de práticas de irregularidades e desvios funcionais, bem como buscar permanentemente a transparência, a moralização e a eficiência da gestão pública no campo aviação civil brasileira. 

 

O UOL News também está tentando marcar uma entrevista com o corregedor para saber se, em sua curta existência, a Anac registra casos de práticas de irregularidades e desvios funcionais, e também para saber a opinião dele sobre uma possível necessidade de troca da direção da agência, como quer o presidente Lula segundo a reportagem citada no início deste texto.

 

Cremos que todas as pessoas que trabalham na Anac, num momento como o da crise atual, devem estar sobrecarregadas com tanto trabalho e tantas novas ações e decisões. No entanto, gostaríamos que prevalecesse o item "transparência", mencionado no site da instituição, para que a agência manifestasse suas opiniões e explicações ao público.

Escrito por UOL News às 11h01

25/07/2007

Mudou o "perfil" das demissões no governo?

Na demissão do então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, em junho de 2005, o Palácio do Planalto comunicou que o braço direito do presidente Lula tinha "pedido demissão" diante das denúncias de envolvimento dele com o chamado "esquema do mensalão". Na queda do então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, em março de 2006, a informação também era a de que o homem forte do governo tinha "colocado o cargo à disposição" por conta das acusações de participação dele com a quebra do sigilo bancário de um caseiro.

A versão oficial, no entanto, foi colocada abaixo pelo próprio Lula durante a campanha presidencial de 2006. Em entrevista ao "Jornal Nacional", da TV Globo, ele cometeu um ato falho e afirmou que tinha demitido Palocci e Dirceu. A história foi um prato cheio para o candidato oposicionista, Geraldo Alckmin (PSDB). Quem se lembra?

Agora, o presidente não fez "rodeios" ao comunicar a tardia saída do ministro da Defesa, Waldir Pires. Mandou o porta-voz Marcelo Baumbach avisar que Lula pediu a Pires que "entregasse o cargo". "[O presidente] ponderou que neste momento era necessário um novo perfil para conduzir o ministério e, particularmente, a crise no setor aéreo", anunciou o porta-voz.

Desse episódio podemos tirar, pelo menos, duas conclusões: ou o governo aprendeu que mentira tem perna curta ou os amigos do presidente já não têm tanto prestígio assim na casa...

Escrito por UOL News às 12h23

24/07/2007

Pit Stop do Rio

Toda semana tem Fábio Seixas na bancada do UOL News em São Paulo comentando as notícias do automobilismo. Com a "mudança" para o Rio por conta do Pan, o Pit Stop também foi "transferido" para a Cidade Maravilhosa. Mas ao contrário de sol e calor, as duas edições gravadas foram debaixo de chuva.

 

Na semana passada, gravamos o programa na praia da Barra, com duas árvores protegendo a equipe do aguaceiro. Esta semana fizemos em frente ao Autódromo de Jacarepaguá, já que não pudemos entrar porque "ele está com a Guarda Nacional". O que isso quer dizer ninguém conseguiu explicar. Fábio Seixas e Vicente Toledo Jr. ficaram debaixo de um toldo de uma das bilheterias do abandonado autódromo enquanto o cinegrafista Sérgio Ozaki e o assistente Derek gravavam de dentro do carro. A foto foi tirada logo depois. Para relaxar, porque ninguém é de ferro, Fábio e Vicente repetiram a brincadeira exaustivamente feita por aqui, para desespero de toda e qualquer equipe de TV, inclusive a nossa... Clique, assista e divirta-se!

Escrito por UOL News às 11h30

23/07/2007

Mudança na rota

Moro em Moema desde 1991 e tenho parentes que estão lá desde a década de 70. Posso afirmar com segurança que desde sexta-feira a rota de pousos e decolagens no aeroporto de Congonhas mudou. Inicialmente, pensei que poderia se tratar de algo passageiro, mas, até agora, a mudança permanece. Procurei alguma informação oficial no site da Infraero e não encontrei. Antes, os aviões que pousavam em Congonhas faziam um caminho que eu conheço muito bem (eu os via da janela da minha sala, quando estava no computador). Eles sobrevoavam a chamada "Moema pássaros" (sempre bem rente aos prédios), vinham em direção ao meu prédio, deslocavam-se para a esquerda, passavam sobre o shopping Ibirapuera e de lá seguiam para Congonhas, passando sobre a avenida Washington Luís e pousando na mesma pista em que ocorreu o acidente. Pois bem, desde sexta nenhum avião fez mais essa rota, que há vinte anos ou mais, era a mesma. Percebi a mudança por algo meio banal: o barulho. Notei muitos aviões sobrevoando o meu prédio, coisa que raramente acontecia. E foi então que notei que a rota de decolagens também tinha mudado, e que agora os aviões passam sobre meu prédio quando levantam vôo. Intrigada com essas mudanças e uma aparente inversão do lado em que pousam e decolam os aviões, logo após o acidente de terça-feira, liguei na Infraero. Para tirar a dúvida. Em Brasília, a assessoria de imprensa disse que a mudança era oficial e me pediu para ligar em São Paulo para obter mais informações. Liguei, e a assessora pediu para que aguardasse. Ela me ligou de volta e afirmou que as rotas mudam com bastante freqüência por causa "do vento". Quando afirmei que era engraçado que nos últimos 20 anos o vento nunca tinha soprado em uma direção que exigisse a necessidade de inverter as rotas de pousos e decolagens por mais de três dias consecutivos, ela disse que essa era a resposta oficial da Infraero. Pois bem, fica aqui a minha dúvida - e o meu medo, afinal, agora tenho aviões passando a cada dois minutos nos horários de pico sobre o meu prédio - mudou ou não mudou? Por quanto tempo? E por quê?

Que o vento determina a orientação do pouso, por mais que faltem detalhes técnicos na explicação da Infraero, tudo bem. O que levanta dúvidas é a falta de transparência e de detalhes na resposta da Infraero. Por que, então, isso não ocorria por tão longo período antes? Só queríamos uma resposta.

 

Ana Sachs, jornalista da equipe do UOL News

Escrito por UOL News às 11h39

22/07/2007

Invasão cubana na tribuna de imprensa durante o judô

O menino grandão Schlittler bem que tentou, mas não rolou. O novato de 22 anos e 1,99 m perdeu o ouro para o cubano Oscar Brayson por decisão dos juízes no judô masculino acima de 100 kg. Riocentro praticamente lotado, torcida gritou com vontade “ladrão, ladrão, ladrão”. Será que sabia que um dos juízes era o cubano, naturalizado americano, Hector Estevez? Paralelo à luta, que terminou empatada e foi pro desempate – também empatado -, seis cubanos animadíssimos praticamente invadiram a tribuna da imprensa e, do lado oposto ao do técnico, gritavam para o judoca e vibravam a cada golpe dele. Confusão armada com os outros jornalistas que não conseguiam ver mais nada, a organização pedia que eles se sentassem ou saíssem da escada da tribuna, mas nada adiantava. Até que foi chamada a guarda nacional, que agora também está dentro do Riocentro – eles vestem o uniforme da organização, mas usam um ‘quepezinho’ vinho -, pra botar ordem na bagunça. A animação, porém, não diminuiu, ainda mais com a vitória do atleta. Em tempo: esse tumulto rolou três dias antes do pau quebrar no mesmo lugar...

 

 

Escrito por UOL News às 16h05

19/07/2007

Vídeo de Congonhas suscita três hipóteses para o acidente

O coronel da reserva da Aeronáutica Gustavo Franco Ferreira, especialista em investigações de acidentes aéreos, analisou as imagens divulgadas pela Infraero e afirma que o avião Airbus do vôo 3054, da TAM, pousou em velocidade considerada "aceitável", mas não desacelerou como deveria em seguida (caso o pouso tivesse sido em velocidade excessiva, a aeronave teria sofrido graves danos no momento em que tocou a pista).

 

Segundo ele, o que é "inquestionável" é o fato de que o avião atingiu uma aceleração acima do normal depois do pouso e não desacelerou para que pudesse parar nos limites da pista. A aceleração acima do normal pode ter ocorrido por três possíveis motivos, afirma:

 

Hipótese 1 - Os freios pararam de funcionar.

 

Hipótese 2 - O motor e o sistema do avião "morreram".

 

Hipótese 3 - O avião deslizou em aquaplanagem.

 

Segundo Ferreira, a análise do vídeo não permite concluir qual dessas hipóteses ocorreu. Ele afirma que a terceira hipótese (aquaplanagem) seria provocada em caso de excesso de água na pista pela ausência de "grooving" (ranhuras para escoamento de água) .

 

Carregando
vídeo...

Escrito por UOL News às 15h32

18/07/2007

Espetáculo da indiferença

Indiferença. Com quem está no ar e em terra. Esse era, em geral, o clima entre os curiosos que se aglomeravam no local do acidente com o vôo 3504 da TAM, o Airbus A-320 que ironicamente se chocou contra um prédio da própria companhia, durante a noite da terça-feira, 17 de julho de 2007, e a madrugada da quarta-feira.

 

E foi assim desde que cheguei com mais um repórter e um cinegrafista do UOL ao local do acidente. Em vez de pararmos na avenida Washington Luís, o taxista nos deixou na rua Otávio Tarquínio de Souza, exatamente atrás do edifício da TAM Express, atingido pelo Airbus. Dali, era possível ver o prédio sendo engolido pelas chamas e a polícia e os bombeiros tentando isolar a área próxima.

 

As pessoas no local, em sua maioria, eram curiosos com o acidente. Dava para ver. Algumas senhoras que encontraram coisa melhor para ver na rua do que a TV de casa foram ao local, reclamar e até falar que "vivem com medo". Uma turma dizia "eu sabia que isso ia acontecer". Outros se vangloriavam de terem sido "testemunhas oculares". Mas nem os três estrondos que vieram do prédio, cuja laje ruía e alertava que todo o resto poderia ir abaixo a qualquer instante, incutiram algum sinal de "medo" na turba.

 

Lágrimas entre o público ali presente, existiram, mas mais pelas incertezas e falta de informações. Um rapaz, apreensivo com seu cachorro, trancado na casa ameaçada pelas chamas, chorou, só para se acalmar minutos depois, assim que se reencontrou com o animal de estimação. Duas jovens de 20 e poucos anos também choraram por não poderem voltar casa, mas logo se conformaram com as afáveis explicações da Polícia Militar de que não poderiam chegar ao local.

 

A "sessão" continuou ao longo da noite. Já do lado da Washington Luís, curiosos se aglomeraram nas proximidades do acidente aos montes, assim que souberam da tragédia - e muitos que não tinham o que fazer deram uma passadinha lá só para atrapalhar o trabalho dos bombeiros, policiais e repórteres. Quando perguntei a um deles o que estava fazendo ali, a resposta foi: "Só curiosidade, mesmo. Vi um monte de gente parando..." Não foi o único. A maioria deixou o local lá pelas 2h30, mas outros não arredaram o pé até de manhã, assistindo in loco à cena do fogo consumindo o resto do avião e do prédio...

 

No aeroporto, propriamente, havia um certo tom de normalidade aparente. Os parentes dos passageiros estavam isolados no saguão reservado às autoridades. Pelo pouco que podíamos espiar, a visão era de pesar. Dentro, a vida continuava. Entre 4h30 e 5h da manhã, alguns passageiros tentavam remarcar suas viagens -canceladas de sopetão por causa da tragédia da noite anterior. Desmarcar vôo, nem pensar. Tem que viajar, trabalhar, ganhar a vida.

 

Entre os colegas jornalistas, a preocupação maior era captar as informações, imagens, não tomar furo da concorrência. "Quantos corpos foram resgatados? De quem é a culpa?" Distanciamento profissional, pensei. Isso até mais ou menos 7h, quando uma TV em um café mostrou imagens dos parentes dos passageiros do vôo 3504, desesperados, recebendo a notícia do desastre. Até então, no local, não se via cenas de gente lamentando os mortos, mesmo com uma multidão permanecendo ao lado do crematório a céu aberto por horas.

 

Era a informação que faltava para conectar a mera curiosidade popular com a realidade de que em torno de 200 pessoas morreram no pior desastre da história da aviação brasileira.
E, infelizmente, uma realidade praticamente ignorada pelo bando preocupado em assistir ao palco da tragédia. Será que o interesse geral das pessoas é sempre maior com o "show" do que com as soluções para os problemas do país? (postado por Pedro Marques, repórter do UOL News)

Escrito por UOL News às 10h44

17/07/2007

Lula volta ao Rio

As vaias no Maracanã, na abertura dos Jogos Pan-Americanos na última sexta-feira, não intimidaram o presidente Lula a voltar ao Rio de Janeiro. Mas, desta vez, ele vai evitar grandes aglomerações de populares.

 

Nada de estádio lotado. Lula participa na próxima sexta-feira, às 17 horas, das comemorações dos 110 anos da Academia Brasileira de Letras (ABL). A sessão solene será no Salão Nobre do Petit Trianon, prédio doado pelo governo francês à Academia, em 1923. A construção foi a primeira sede própria da ABL.

Escrito por UOL News às 13h53

Batendo um bolão

Parte da equipe do UOL News, na quinta-feira, dia da estréia da seleção feminina de futebol brasileiro, que vem batendo um bolão em campo!!! Um dia antes da abertura oficial do Pan, a equipe esteve em frente ao estádio João Havelange produzindo reportagem com a seguinte pergunta: a mulher brasileira é mesmo boa de bola? A gente descobriu que é, dentro e fora do campo...

Escrito por UOL News às 11h25

Liberaram a água!

Pois é, apesar da fila de jornalistas que precisam passar em revista e por detector de metais para entrar para trabalhar no Riocentro aumentar a cada dia, aos poucos a "organização" está "liberando" algumas coisas: já podemos entrar com caneta e água. Vai ser um luxo economizar R$ 3 numa garrafinha de 510 ml! Abaixo, Rogério Furlan, um dos nossos editores de imagem, mostrando o quão pesado, literalmente, está sendo o nosso trabalho por aqui...

Escrito por UOL News às 11h10