Escrito por UOL News às 13h56
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Um dos assuntos que marcaram a semana foi a votação no plenário do Senado do pedido de cassação do mandato do presidente da Casa, Renan Calheiros. E, naquela quarta-feira, marcou o dia uma imagem nada civilizada de uma instituição onde estão os representantes eleitos pela sociedade para legislar. Empurra-empurra, gritaria, troca de socos... Tudo no contronto com seguranças do Senado na entrada para a sessão em que seria votado o pedido de cassação.
Escrito por UOL News às 11h49
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Afinal, a pressão inflacionária vai ou não levar o Banco Central a interromper a trajetória da queda de juros? Na análise do economista Roberto Padovani, do Banco WestLB do Brasil, o BC não fechou as portas para novos cortes, a julgar pela análise da ata do Comitê de Política Monetária da reunião em que foi decidida a redução da taxa Selic para 11,25% ao ano.
Na avaliação de Padovani, a opção pela redução da taxa, mesmo mediante os riscos do momento, "significa que ele poderá cortar, não só na reunião de outubro, como na de dezembro também".
"Mas, se a inflação começar de modo consistente a piorar, é porque finalmente a atividade chegou nos preços ao consumidor", diz. A taxa de câmbio seria o elemento-chave para conter essa pressão. "Ela evita que esse aquecimento forte da atividade no Brasil seja transmitido para os preços ao consumidor. Se perdermos essa variável, o risco inflacionário aumenta", explica.
É esperar para ver.

Escrito por UOL News às 11h36
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Conselho da FIA se reúne para discutir o caso de espionagem na Fórmula 1
Escrito por UOL News às 16h45
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O filósofo Roberto Romano, professor de ética e política da Unicamp, disse que era previsível a absolvição de Renan Calheiros. "Eu tinha quase certeza de que ele seria absolvido. Pela maneira truculenta de condução do processo pelo próprio Renan", disse. Para Romano, o Senado voltou às costas à cidadania.
Ele citou em entrevista ao UOL News uma pesquisa coordenada pelo professor do Departamento de Ciência Política da USP José Álvaro Moisés que constatou que a população tem confiança na democracia do país, mas desconfiança na atuação dos deputados e senadores.
Romano citou o filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, que disse que quando os políticos se julgam separados e acima do cidadão, se consideram um "Estado" acima do Estado. "Eles se consideram independentes da cidadania, e com isso apressam a crise de Estado. Isso pode trazer resultados catastróficos para a sociedade brasileira", disse o professor da Unicamp.
A frase
"Enquanto houver essa divisão de pessoas ímprobas que ficam praticamente sozinhas na cena pública e sem a resistência institucional da cidadania, efetivamente pouca coisa poderá ser mudada neste país"
Escrito por UOL News às 16h01
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Apontada como uma das pessoas que articularam a absolvição de Renan Calheiros, a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC) refutou o peso do seu partido no resultado da votação. "O resultado contou com a participação eu diria até não pequena da oposição", afirmou ao UOL News a senadora. "Foi um processo difícil, doloroso para todos nós, difícil de ter isenção", declarou. Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 14h18
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Na visão do senador Almeida Lima (PMDB-SE), relator do Conselho de Ética e aliado de Renan Calheiros, o presidente do Senado "contestou um a um dos fatos" pelos quais é acusado. "Não vejo ninguém capaz hoje de me apresentar um fato que ele não tenha contestado, e ele convenceu", declarou. Almeida Lima acredita que o Senado tenha saído "fortalecido" da votação que absolveu Renan. "Claro que não na opinião daqueles que eram favoráveis à cassação", sublinhou. Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 14h15
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O líder do governo no Senado, Romero Jucá, reconhece que a absolvição de Renan Calheiros causa um efeito negativo na imagem da Casa. "Há uma cobrança da mídia muito forte, que influencia a opinião pública, mas não temos que votar com a pressão da opinião pública", afirmou. Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 14h12
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Aliado de Renan Calheiros, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG), afirmou que o que vai medir se o Senado sai da absolvição de Renan com a imagem arranhada "é a votação que os senadores terão nas próximas eleições". "Essa é a verdadeira cassação democrática", declarou. Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 14h06
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A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), que também foi relatora do processo que resultou no pedido de cassação de Renan Calheiros, disse que não acredita que ele se afastará da presidência depois de ter sido absolvido pelo plenário da Casa. "Se durante esses três meses ele foi irredutível, inflexível, se deixar a cadeira agora, isso vai me cheirar a alguma coisa que não será boa para a política nacional", declarou. Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 14h00
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Escrito por UOL News às 12h52
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O senador Mão Santa (PMDB-PI) considerou "normal" o resultado da votação que absolveu Renan Calheiros. Mas ele não quis dizer se a decisão foi justa ou não. "Não se discute resultado. Voto é secreto, foi Getúlio Vargas quem fez isso." Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 09h49
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Para o senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), presidente do Conselho de Ética do Senado, o resultado da votação secreta que absolveu o presidente do Congresso, Renan Calheiros, no processo de cassação de quebra de decoro parlamentar "não prejudica a imagem do Senado".
"O Senado é uma casa da democracia, casa das discussões. Prevalece a vontade da maioria", afirmou. Veja a entrevista.
Escrito por UOL News às 09h41
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O plenário do Senado não cassou o presidente da Casa, Renan Calheiros, conforme recomendava o Conselho de Ética: 40 votos contra a cassação, 35 votos a favor, 6 abstenções. Entre as declarações dos senadores ouvidos pelo UOL News, muitos argumentos diferentes: prevaleceu a vontade da maioria, foi articulação do PT, foi a participação da oposição, o Senado está dividido... Veja entrevistas com os senadores e análises sobre o resultado da votação e suas conseqüências. Depois, compartilhe seus comentários aqui no blog da redação.

Escrito por UOL News às 22h14
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Escrito por UOL News às 09h23
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Os apresentadores do programa de televisão "American Choppers", Paul Senior, Paul Junior e Mickey, foram o assunto do feriadão em Brasília. Atrações do Brasília Moto Music Festival, os integrantes da família de construtores de motos entregaram no Dia da Independência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma jaqueta de couro e um capacete especial. Os objetos serão leiloados e o dinheiro deve ser destinado ao Programa Fome Zero. Os "choppers" foram recebidos no Palácio do Alvorada pelo presidente Lula logo após o desfile de 7 de Setembro. Para o desfile na Esplanada dos Ministérios, eles construíram uma motocicleta inspirada nas características de Brasília.
O repórter Vicente Toledo Jr., do UOL News, esteve em Brasília e conversou com eles. Veja a reportagem:
Escrito por UOL News às 10h14
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O blog recomenda a leitura da reportagem do jornalista Juca Kfouri publicada neste domingo na Folha de S.Paulo e também reproduzida no blog do Juca. Trata-se da investigação da Polícia Federal sobre a parceria da MSI com o Corinthians. Gravações da PF mostram conversas entre dirigentes do clube paulista que podem ser apenas a ponta do iceberg de um grande esquema de lavagem de dinheiro no futebol.
Juca Kfouri, no programa "Tabelinha", no UOL News, por diversas vezes alertou sobre as negociações suspeitas envolvendo a parceria da MSI com o Corinthians, e tem acompanhado de perto as investigações do caso.

Kia e Dualib cortam bolo em 2005
Escrito por UOL News às 11h51
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Escrito por UOL News às 15h13
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O Conselho de Ética do Senado está discutindo o caso Renan Calheiros. E a votação aberta prevaleceu. Ainda hoje, os integrantes do Conselho de Ética concluem a votação do relatório que pede a cassação de mandato do presidente do Senado por quebra de decoro parlamentar.
Escrito por UOL News às 11h29
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Disciplina, coesão e lucidez. Três condições básicas para ser de esquerda no Brasil. A definição foi dada por Ciro Gomes para uma platéia formada em sua maioria por sindicalistas, na sede da Força Sindical, em São Paulo.
Na década de 70, o deputado federal cearense foi estagiário no Banco do Nordeste. Depois, deu aula em universidades. Já estudou em Harvard. Foi ministro da Fazenda no governo Itamar Franco e, depois de tentar sem sucesso o Planalto por duas vezes (1998 e 2002), se aliou ao presidente Lula e comandou a pasta da Integração Nacional no primeiro mandato do petista.
Da década de 70 para cá, passou pelo antigo PDS, pelo PMDB, PSDB, PPS e atualmente está no PSB. E foi como principal nome da sigla que Ciro Gomes abraçou o recém-criado "Bloco de Esquerda", lançado nesta segunda-feira.
No discurso, ao lado do presidente da Força Sindical, o colega de Câmara dos Deputados Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, citou Leonel Brizola, Miguel Arraes e João Amazonas. Elogiou os avanços na área econômica sob o governo Lula. Fez questão de elencar suas bandeiras, caso tente, mais uma vez, chegar à Presidência: distribuição de renda, redução da carga tributária e do déficit da Previdência. Solução para esses e outros problemas? "A união da esquerda", sentenciou Ciro. Pergunta: você classificaria esse bloco como sendo de esquerda?
Escrito por UOL News às 19h13
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